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Sombras

Chamado assim por ser meu,
espaço de dois,
balanço entre a vida
e a incômoda morte.

Chamado por mim,
voando em aventuras
de delfins:
o que de luz há,
no pó espaça,
meu tempo,
de áridos e sussuros,
que já não é mais dos afins.

Sou fruto da asa,
da maresia incolor,
da sombra carinhosa,
da montanha que esbraveja
minha chegada.

Coisas dos donos da morte!
Coisas de Azileu e Aritéia
que brincam de mim
no arquejo de meu fim!

José Kappel
Enviado por José Kappel em 24/05/2006
Código do texto: T161785
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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