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FERROMÔNIOS POÉTICOS



Mão se desespere
Se na perfídia a testa se enfeitar
Poesia não é afrodisíaco
Quem manda você só trabalhar.

Dejavu ao teu alcance
Logo se vê que tens fibra
Dance, sacuda, balance
A espada enferrujada vibra

Coze em óleo de mamona,
Assassina a serpente da Índia
Besunta  o Picasso com androsterona
Copula em baixo copula em cima.
Gilio de Hollanda
Enviado por Gilio de Hollanda em 26/05/2006
Código do texto: T163572
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Sobre o autor
Gilio de Hollanda
Anápolis - Goiás - Brasil
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Gilio de Hollanda