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Poema 0282 - Soneto de amor



O amor não tem mestre, nem cores,
é apenas dono destes tantos desejos:
quando a pele queima os dois lados,
nas mãos primavera, nos sentidos verão.

Nenhuma lágrima volta aos olhos,
os sussurros vêm e vão além da alma,
somos traficantes destas ilusões,
em cada beijo, dois corpos se movem.

Poderíamos ser amantes passageiros,
cortando os céus com grandes asas longas,
como águia que ultrapassa os limites,
também viajante, te levo além dos êxtases.

Enquanto sonhar sou mundo, terra e lua,
quando amar sou céu, azul, infinito azul,
nasce a cada segundo outro amante,
nada, ninguém tem amor como meu.

17/05/2005
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 11/05/2005
Código do texto: T16364
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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