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Corsa de Dourados

Minha vida, onde
vai tão vazia?

Senão, onde está?

Olhando o caos?

Vida que é vida,
dança tépida ao sabor
de águas sem rumo,
onde o sol nunca chega.

Minha vida, onde está?

De tão rápida morreu,
no colo da manhã,
numa infância de beijos.

Minha vida,
onde vai tão vazia?

E se algum dia convivi com ela,
da mesma maneira, a perdi.

Às margens de primeira madrugada,
que, sôfrega,
só sobrevive na terra dos desaprecidos,
ou na casa de mulheres alugadas!

Minha vida é isso.
Onde só um caos perverso me espera!
José Kappel
Enviado por José Kappel em 27/05/2006
Código do texto: T163926
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel