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No arranha-céu do céu.

Na ultima estrada da vida
eu canto forte e feliz,
expira-se o tempo do meu tempo.
Um portal vem aparecendo na minha frente,
meus olhos escorrem lágrimas de emoção.
Nada posso fazer
tudo é em vão,
pêlos que ficam
desejo felicidades.
Os degraus de ar em cores leves,
dois corri mãos de nuvens branquinhas.
Vou subindo como se asas tivesse
a terra vai desaparecendo calmamente
a esfera  terra vai mudando de cor
o meu físico vai se desprendendo
tenho a impressão
que estou escorregando
dentro de mim mesmo.
Deixei o meu corpo
no primeiro céu,
a minha alma ficou
no segundo céu,
e juntei-me ao senhor
no terceiro céu.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 27/05/2006
Reeditado em 30/11/2007
Código do texto: T164253
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul