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O cobrador sofrego,...

O cobrador sofrego, cochila
Salteando nesse que conduz
De megeras, caras se alçam
Labirintos sortidos sem luz
Olhares de outras, solidão
Marcas batidas do dia
Rasgos, rotos perfumes
Fugas espremidas da vida vadia
Tantas portas que se fecham
Passantes, bolsas, sem pérolas
A boca aberta, sólido ar
Visões arcaicas das soleiras
Afagos no ponto final
Sonhos vagados em alhures
Passe para cortar caminho
Só, a Lua sem estrelas e flores.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 11/05/2005
Código do texto: T16431
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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