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A VIDA DE TINA PORFINA

A VIDA DE TINA PORFINA - (Uma Sina em oito Cenas)

Triste Sina!
Bela Menina
Pura que nem Bailarina
Em sonho de Colombina.

Triste Sina!
Dura Rotina
Cujo sorriso azucrina
E sustenta à Cafetina.

Triste Sina!
Canela Fina
Pouca sorte na esquina
Compensada na jogatina.

Triste Sina!
Tez Feminina
Que com olhar fascina
Como se fora a Divina.

Triste Sina!
A pequenina
Eterna e cruel rapina
Que vive como cretina.

Triste sina!
Como canina
Em gozo se descortina
Na fúria de libertina.

Triste sina!
Fria retina
De lágrima cristalina
Que a vida lhe destina.

Triste Sina!
Tina Porfina
Nas bocas é "La Fina"
Seu vício, a Cocaína!



Se ainda não leu, aproveite para ler também:

- O SONHO DE COLOMBINA (Cena I) - A SINA DE TINA PORFINA (Publicado em 11/06/06)

- O SUSTENTO DA CAFETINA (Cena II) - A SINA DE TINA PORFINA (Publicado em 08/09/06)

- A SORTE NA JOGATINA (Cena III) - A SINA DE TINA PORFINA (a ser publicado em breve)
Aldo Lopes
Enviado por Aldo Lopes em 28/05/2006
Reeditado em 08/09/2006
Código do texto: T164420

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Sobre o autor
Aldo Lopes
São Paulo - São Paulo - Brasil, 60 anos
416 textos (37921 leituras)
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Aldo Lopes