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Toma a minha destra...

Toma a minha destra
Sem parafrasear, sem engodos
Uma linha no dia seguinte
Das refregas vindouras
Novos alicerces, outros cheiros
Maldizer foi um verbo mal invocado
Paria embebecidos conteúdos
Falhas na rede, obuses virtuais

Toma a minha destra
Ceifa ignorantes, toscos ignotos
De cara com o Sol nascente
Sexo & tesão, outras diabruras
Ávidos macetes, castos outeiros
Amar foi um verbo maltratado
Séria, fustiga atributos
Coisas de pele, amanhãs irreais

Outros tratados, rompem seus ritos
Versejando iluminárias, luz
Eu e outras poesias, escritos
Nesta solidão que tenta e seduz.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 12/05/2005
Código do texto: T16541
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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