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Ah! Poetas...



Sim... Poetas
como é dolorido o sentir, o amar,
o sonhar nossos sonhos impossíveis,
nosso navegar mundos desconhecidos
onde nosso todo sentir extrapola a razão
e nos tornamos apenas  sentimentos vividos
em sonhos sonhados e realizados em nossa imaginação.
Que de tão forte enchem nossa taça do néctar que lentamente degustamos com o maior êxtase de nós mesmo  em uma eterna comunhão de corpos e almas que se entrelaçam num dançar cósmico e infindo.
Ah! Poetas...
como seria o amor se não fossem a nossa sensibilidade
a nossa maneira de expressar o nosso amor
e cantar em versos e prosas para nosso ser amado
para nosso amor verdadeiro que preenche nosso viver
mesmo na distância e impossibilidade de sermos presença
constante e física, mas a alma busca e sente todos os prazeres e nesse sonhos e desvarios navegamos sempre
em busca de nós e de tudo que acalenta nossa alma e viver.
Ah! minha alma poeta
sem ela não viveria nesse mundo ainda tão cheio de desamor.
Pois o Poeta é puro amor em versos e prosas
e não tem vergonha de cantar seu amor.
E minha alma nunca há de calar
enquanto aqui respirar.
E cantarei meu amor a cada minuto vivido
Pois és pra ti que hoje vivo
Minha doce amada de meus sonhos
De meus reencontros tão esperados.
zelisa camargo







ZEL
Enviado por ZEL em 12/05/2005
Código do texto: T16592
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Sobre a autora
ZEL
Aparecida de Goiânia - Goiás - Brasil, 69 anos
311 textos (33939 leituras)
8 e-livros (803 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 22:50)
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