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SENTINELA

Empresto a mão e esqueço quem sou.
Sei-me apenas sentinela,
Sei-me dentro dela
A compor.

Diviso naus que vem de mares
Agitados, marinheiros aflitos,
Desesperados, tantos conflitos,
Tantos azares...

Um pouco de pão, um pouco de luz,
Roupas secas e conforto
Aos homens e a quem conduz
A humanidade à um bom porto.

Um aceno, um sorriso, despedida,
O mar é vasto e sem medidas
Suas estradas.

Um ponto de luz emborcado
E lá se vai o pássaro sagrado
Voar madrugadas.

Preto Moreno














Preto Moreno
Enviado por Preto Moreno em 30/05/2006
Código do texto: T166029

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Sobre o autor
Preto Moreno
São José do Rio Preto - São Paulo - Brasil
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