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Às minhas lembranças mortas

     Como é triste a morte!
     Eu amava uma pessoa, mas ela se foi
     Pra nunca mais voltar.
     Foi ai que começei a chorar.

     Com o passar do tempo,
     A dor aumentava e eu amargurada
     Não sabia o que fazer.

     Percebi que não adiantava sofrer
     Por aquilo que se foi, agora a única coisa que me resta
     É me apaixonar por outro amor.

     Olhei no espelho e me refletiu
     A sua imagem, mas eu vi que era só ilusão
     Eu só tinha uma alternativa para acabar com essa dor:
     Decidi então juntar-me às minhas lembranças mortas.

      (Pereira, Tchaia. 2° I Matutino - 2006)
JOVEM ESCRITOR Escola Estadual Hércules Maymone
Enviado por JOVEM ESCRITOR Escola Estadual Hércules Maymone em 31/05/2006
Código do texto: T166585
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Sobre o autor
JOVEM ESCRITOR Escola Estadual Hércules Maymone
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil
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