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A luta injusta.





As transformações da escala
Que o pranto seja único
Enquanto o tempo passa...
Já nem sei quem sou.

Toda essa armadilha
Causa afogamento
Talvez seja o caso
É dissipador.

As fantasias tangem
Criando mormaço
Na cabeça que busca definição
Mas, quem é definido?

Túnica o para o sujeito
Andas a vagar...
O próprio horizonte sem par
Descobre-se só na alcova da morte.

Lampejos de menino
Que nem sonhava
Nem pensava no outro dia
Não tinha nem tempo!

Agora realmente real
Não quer pensar
Às vezes bebe para esquecer
Porque sabe que um dia vai perecer.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 03/06/2006
Código do texto: T168364
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul