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69 SAGRADO

Quando de joelhos estás
e incoerente, a prostrada a teus joelhos sou eu
entram em pane meus neurônios,
confundem-se minhas retinas
no vão dos teus trópicos.
Quando de joelhos me tens
e te prostras entre minhas coxas
derrete-se a moça
e te afogas no meu sumo...
A teus joelhos,
tão senhor de mim te tornas
quanto mais te perdes de ti.
A meus joelhos,
quanto mais tua me tens,
tão liberta de mim
quanto mais senhora de ti.
De joelhos: é como te quero.
A teus joelhos: é como te espero
Débora Denadai
Enviado por Débora Denadai em 14/05/2005
Código do texto: T16898

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Sobre a autora
Débora Denadai
Caracas - Distrito Federal - Venezuela, 54 anos
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Débora Denadai