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Natureza bela.


No mar verdejante
o azul do céu constante
o meu vermelho carne
destoa da natureza
nesse instante.

A paz abalada
o conspiro da minha presença
provoca impacto no belo quadro.

Não estou pintado
minha alma não desagrega
o físico que interpreta.

Natureza confie nesse poeta
prefiro morrer a infringir-te
nessa liberdade, nessa harmonia.

Quando não mais viver na terra
quero fazer parte do teu amor
serei sublime como a paz da tua beleza
e a deixarei mais bela
com a minha própria natureza.

Pois tu és de todos
sem escolher um dono
é nessa eternidade
que eu o poeta
quero fazer-te
a minha parte.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 08/06/2006
Código do texto: T171444
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul