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Garganta

Angélica T. Almstadter

As poesias que deixei no teu colo
Sorriram...ah essas meninas vadias
 Saltaram dos teus olhos pelo solo
Caindo como pétalas frias
 
Como menina que sonha
 Sob a luz do abajour acesa
Bebi sem ti...a noite tristonha
Calada...perdida...indefesa
 
A poesia  presa na garganta
Trancou a fala...secou o sorriso
Quando a inspiração já era tanta
Beirando a loucura se preciso
 
O beijo resvalado pela fresta
Entrou e fez morada na tua boca
Passou a noite fazendo seresta
 
E como a hora ficou pouca
E a paixão cada dia mais explícita
Toda urgência ficou rouca...
Angélica Teresa Almstadter
Enviado por Angélica Teresa Almstadter em 15/05/2005
Código do texto: T17161

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Sobre a autora
Angélica Teresa Almstadter
Campinas - São Paulo - Brasil, 62 anos
1054 textos (55629 leituras)
25 áudios (3274 audições)
1 e-livros (247 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 08:43)
Angélica Teresa Almstadter