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Lizinha, meu amor!


Meu amor,
Sob teu julgo sou criança ainda,
Despido a andar pelas avenidas,
A me banhar nas águas da chuva,
Recém caída!
A brincar de esconde-esconde,
Escondido... Com a vida!
Lizinha querida!
Sob teu toque, sou pétala,
Sou flor, recém nascida!
(Vida adormecida, na inocência),
Da idade pouco amadurecida!
Pois a realidade é que tu me moldas...
Com a força de teu peito,
Com o toque macio de teus dedos,
Com o sopro mágico,
De teus ternos lábios!
Lábios...
Lábios, portas, ou portais.
De onde retiro o sopro da minha própria vida!
Ah! Lizinha minha!
Tu és a estrela que mais brilha no firmamento,
Suspenso sobre a cabeça minha!
Tu és a estrela que capturei com o coração,
E que faço que viva brilhante,
No universo recôndito de meu coração!
Planície outrora triste,
Seca e agreste,
assolada pela chama inóspita da solidão!

27/09/02
www.sacpaixao.net
www.casadoescritor.com
Edvaldo Rosa
Enviado por Edvaldo Rosa em 13/06/2006
Código do texto: T174996
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Edvaldo Rosa
São Paulo - São Paulo - Brasil, 55 anos
1727 textos (173728 leituras)
23 áudios (10645 audições)
35 e-livros (8978 leituras)
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Edvaldo Rosa

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