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O médium da poesia.



São como recortes rápidos ou lentos,
as vezes perfeitos e outras não,
e vai se colando uma a uma
num seguimento independente,
por isso vê o poeta sorrir e chorar.
É tudo tão intenso,
que qualquer coisa
faz parte da sua própria vida.
Quem não sabe
pensa que sente dor física,
mas, quem entende
sabe muito bem,
que é dor que deveras sente,
através do sentimento latente
de um globo envolvente,
que habita o seu peito,
entrando pelos olhos,
deixando dentro de si
marcas profundas e profusas,
onde o corpo assume formas alheias,
gerando um grau de aspecto sensitivo,
transparecendo de forma positiva,
porem sofrida,
a ponto de ser percebida,
por aqueles que acompanham
a poesia.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 15/06/2006
Código do texto: T176270
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul