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Amálgama – III

Lua entrecortada, árvores de abano,
Estrelas as escondidas, pedras noturnas,
Fio solto pela blusa aberta, arrepio,
Semicolcheia para hora inteira, valete,
Pequena fita, tira rasgada, lascas,
Alguma vergonha por perdas & danos,
Não causados, mas imputados como tais,
O olhar disfarça o tamanho do medo,
Mais peso do que suporta, nau rasa,
Tudo beleza, tudo tranqüilo, árido,
N ávida maneira de sentir a vida,
Quando o coração cala, outros arrepios,
Feito mentiras, sexo & vídeo-tapes,
Ao inferno com tantas lamentações
Procissão de risadas & outras cantorias,
Ter no riso um sentido mais lívido,
Abrir a janela & se iluminar com a noite,
Um seio tenro a espera de um beijo,
E a boca desenhando um mapa no corpo,
Continua a busca ao tesouro...

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 16/06/2006
Código do texto: T176326
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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