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TROVAS-14

Se me bateres a porta
noutra porta vou bater
mesmo sabendo que possa
nesta porta me perder

quando acuado me senti
cansado, fraco, acabado,
parti fugindo de ti
como de um gato escaldado

A singrar vai o veleiro
mar a dentro desbravar;
amanhecendo é o primeiro
que no trapiche atracar.

Oh veleiro no vai-e-vem
que beija as ondas do mar
leva o canto do meu bem
para a sereia encantar

Sempre contamos com a sorte
nas pretensões que nos vêm;
contudo, não venha morte,
a vida mais nos convêm

Noite soturna, atração...
mãe silenciosa estelar!
sussurros, descontração:
lazer, amor, despertar.

O Rio visto por cima
dentro de um avião decolado;
o cintilar que fascina
parece um chão estrelado.

O dia ao amanhecer
traz um natural calor
no bonito alvorecer
que a Natureza bolou.

Nas noites de lua cheia
os olhos se enchem também
da beleza que prateia
na claridade que vem
Zecar
Enviado por Zecar em 18/05/2005
Código do texto: T17697
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Sobre o autor
Zecar
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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