Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

O silêncio da egolatria

Ego vil dos nossos ardis procedimentos,
brisa onipresente – Consciente!
Farto banquete com as dores,
Dos sedento de sangue indesejável;
Nossa sangria (in)complacente.

Centro supérfluo não aceita na mente
O sorriso da abstenção – Censurado!
Sob tetos com falta de ciprestes,
habita o casulo pré-putrefado.

Cá, longe do dorso do corso da fantasia:
miséria, fome... vazio: o Nada!
Contorcem-se almas censuradas
sob as (im)perfeitas formas de egolatria.

Mente inconformada, sofrível em vão,
no fosso da podridão – Embriagada!
Rastros da droga do silêncio de guerra
dos que vivem essa agonia de prontidão.

O ego sucumbe no gorjeio egresso,
no centro da orquestra da égloga da luz;
E cá, ouvindo um novo cantico fúnebre,
A mente acorda,  a verdade a conduz...

O mais mortal dos sentimentos
Em silêncio, renasce toda manhã:
            Ego
          centro
            ca
           mente

Kal Angelus
Enviado por Kal Angelus em 22/06/2006
Reeditado em 28/06/2006
Código do texto: T180402
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Kal Angelus
Teresina - Piauí - Brasil
322 textos (9131 leituras)
1 e-livros (4 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 00:55)
Kal Angelus