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Poema 0296 - Amor presente

Todas as paixões têm um espaço de tempo,
tem horas que nada e ninguém entende o vazio,
a lembrança traz de volta velhos pensamentos,
o mundo pára no meio, as horas ficam difíceis,
é quando a solidão nos custam alguns sonhos.
 
Poderia hoje ou nunca mais chorar,
ser um poeta qualquer, poderia...
meus versos seriam melhores ou piores,
nada é mais perceptível que minha paixão,
duas, quantas vezes chamar teu nome, é amor.
 
Mudarei o rumo dos ventos,
até que soprem as barreiras,
lavarei todas as pessoas junto ao peito,
a que quero mais, o coração,
levarei embora, junto ao meu o teu.
 
Gritam: Triste! Louco! Não sou triste nem louco,
matarei cada pedaço infiel do meu corpo,
nada e nem ninguém sabe do amor quanto eu,
não o que sente, o que me toma o peito,
se um dia meu corpo morrer, sobreviverá.
 
Encontro um mundo em cada pessoa que conheço,
não deixo os sentimentos desistirem do meu corpo,
não quando não amo, não quando mais preciso,
até que a paixão me tome, às vezes, vou aos céus,
o passado e o futuro se misturam ao amor presente.

23/05/2005
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 19/05/2005
Código do texto: T18072
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas