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Poema ao Rei Pelé

Rei, dribles desconcertantes, Edson Arantes, alegria das multidões, Pelé, mito ou realidade, verdade que o tempo em nossos corações gravou e nos grandes estádios, com a bola nos pés, de paz e amor o mundo encantou.

Nos jogos, “peladeiros”, profissionais e armadores, sua imagem perpetuou, tentando  imitar-lhe, com chutes certeiros no gol, mas ninguém  perto de sua majestade, até hoje chegou.

Rei,  de quem tantas bolas se viu nas redes,  o gol para casa nunca levou, apenas nos brindou com emoção e paixão  que não dá para negar,  é como um peixe tirado da água para somente o pescador admirar.

Gol, paixão avassaladora, que leva-nos ao infinito exalando o amor mais bonito, nos faz roer unhas e dedos, que nos assanhou ontem e agora   na Alemanha nos agita.

Rei ou majestade, título que sem idade  nos gramados ganhou, pondo bola de pé em pé, batendo laterais com as mãos, dando bola a Piaza, Gerson, Rivelino e Tostão, levando ao apogeu a nossa grandeza, fazendo vibrar o Brasil e toda sua Nação.


R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 23/06/2006
Reeditado em 24/06/2006
Código do texto: T180975
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso