Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Psicopoesia: Freud Explica?

Como que em transe,
o poeta sucumbe numa poça de idéias,
esvaindo-se em letras, palavras, sons e rimas,
agonizando num turbilhão de espasmos criativos
na busca do verso perfeito...

Plasma-se no ar formas pensamentos...
Cidade poesia!
Arquitetada na diversidade de emoções...
Proibido andar com os pés no chão
e com a cabeça fora das nuvens...
Reverencia-se Drummond,
Festeja-se Carpinejar,
esparramado em verso e vida
no coração das calçadas...
Canta-se a dor e a esperança,
declamam-se versos perfumados,
ritmados em acordes de liras angelicais,
gritantes nas guitarras heavy mentol,
Reivindicativos, Inteligentes, Inteligíveis
Clamorosos, Ardilosos, Amorosos...

Psicopoesia!
Remédio de todos os males,
antídoto de todos os venenos.
Re-verso... In-verso...Pós-verso...
Auto-ajuda...Auto-cura...Auto-estima...
Oásis da neurose-poético-coletiva.

Devanear em sentimentos,
é catarse da alma sensitiva,
expurgando a maior de todas as dores
se a essência do amor habita o coração do poeta...

Nota:Homenagem a todos os poetas do Recanto das Letras
Cosme Belizário
Enviado por Cosme Belizário em 24/06/2006
Reeditado em 21/07/2006
Código do texto: T181698
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Cosme Belizário
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
98 textos (3390 leituras)
1 e-livros (83 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 08:03)