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Improviso que sou.

As luzes que por hora brincam em meus dedos
são fagulhas de todos os amores
em que os fios enredaram meu coração.
E os lapsos de uma aversão ao medo
sorri no amanhecer que matreiro
nasce de minhas conclusões:
precipitadas tardes à beira do precipício.
E me abro abismo para todas
em espera e realidade.
E me abro poesia em brisa que passa
deixando da vida o perfume,
gerando outras possibilidades.
Que sonho eu tenho maior que o mundo?
Tenho a imensidão do silêncio
nas vozes todas as quais me sucumbo.
Isso me recria... Basta-me!
Eliane Alcântara
Enviado por Eliane Alcântara em 20/05/2005
Código do texto: T18249
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Sobre a autora
Eliane Alcântara
Lajinha - Minas Gerais - Brasil, 43 anos
177 textos (8649 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 04:23)
Eliane Alcântara