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Salada Silvestre!

Cheiro de tinta de má qualidade, razoável impresso,
Sol agradável na tarde, confusões ficaram pela manhã,

Marginal entupida, horários para vacilos desiguais,
Ponte da bandeira desbotada, banheira entupida,
Tinta na casa escorrendo, lágrimas avessas, só,
Quadriculada vestimenta, cabelo solto, céu azul,
O brilho de néon que se busca na tela, aguadas,
Telas batidas pela corrosão de anos a fio, sobras,
O melhor café do mundo, água gelada com limão,
Alfaces para o jantar, frutas pela tarde, ar,
Corre criança que disfarça o jeito, trepidante,
Corpo reduzido, formatação para não se enxergar,
Lamente depois o contrato assinado, dispêndios,
Pão roçado, troça de farinha, base de incógnitas,
Levedo com água destilada, mais gelo, whisky,
Quantas doses o cérebro agüentar, até explodir,
Corte o excesso de peso na boca fechada, água,
Cadê minha carne? Sobrando só ossos...
Uma mala de placebos, quero minha cerveja...
Uvas, bananas, cerejas, abacaxi, mais & mais,

Outra dose, um rock a mais, agora tudo bem,
Abasteçam a nau, depois do picote, vamos zarpar...

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 27/06/2006
Código do texto: T183120
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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