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CINDERELA

lisieux
(À moda de Moacir Índio)

Depois de uma semana na janela
do windows, posso ir pra casa dela...
E descansar a vista desta tela,
nas vivas cores de uma aquarela.

Cerveja geladinha e, na panela,
uma gostosa galinha à cabidela.
Depois, de sobremesa, o corpo dela,
que se oferece assim, de forma  bela.

E a minha princesa, tão singela!
Nos cabelos uma rosa amarela,
no quarto, à luz tênue de uma vela,
numa fogosa fêmea se revela.

E eu não troco por nada o beijo dela!
E ela, com carinho, me dá trela.
Todo mundo a conhece por Estela,
mas, para mim, ela é somente
             Cinderela!

BH - 17.09.03
lisieux
Enviado por lisieux em 21/05/2005
Código do texto: T18572
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Sobre a autora
lisieux
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 61 anos
394 textos (14454 leituras)
3 e-livros (409 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 00:24)
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