Castelos
Ruínas
de ventos
que se vão
Alicerces
de tempestades
que ficam
E me abrigam
por aqui estar
Sem ter
onde habitar
Sem ter janelas
para abrir...fechar
Sem ter
o próprio jantar
Os ventos
deixam as
ruínas
permanecerem
Ficam as
tempestades
no meu alicerce
E assim
cresce meu
desafio em
dissipar
todo o vendaval
que vem daqui
...
Toda a fúria
do tornado
que vem dali
...
É perverso
Mas assim quero
Não estou aqui
...
Meu horizonte
é claro e aconchegante
Em pleno...outono
Se foi inverno...passou
Se foi perverso...aqui estou
Se foi fúria...vendaval
Eis...meu pedestal!
As tempestades
Os ventos
se foram
Dissipados
pelo próprio horizonte
que sempre vem...
As ruínas
se foram
Os alicerces
ficaram
Um templo
para em mim mesma
habitar
Janelas que se abrem
Para que possa...
de uma doce manhã
me alimentar...
Erica
ericavoice
Enviado por ericavoice em 10/10/2009
Código do texto: T1859441
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