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Depois da chuva

lisieux
 
Ao descer a minha serra
assim recém- lavada,
pergunto às singelas
flores amarelas
do Ipê:
              Por que sois tão tristes
              aí caídas, derrubadas,
              pisadas
              pelos apressados pés?

Resposta não obtenho,
mas tenho o pressentimento:
Elas são assim tão tristes
porque lembram de você...

BH - 19.08.03
(Resposta a "Antes da chuva", de líria porto)
lisieux
Enviado por lisieux em 21/05/2005
Código do texto: T18662
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Sobre a autora
lisieux
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 61 anos
394 textos (14454 leituras)
3 e-livros (409 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 00:24)
lisieux