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Voz dos Perdidos

Mimo o vento que acaricia
as bordas azuladas do céu,
que me apaziguam.

Venero o sol, me sombreio à lua.

Mas de tudo que explande
não mostra a dor dos sentidos:
pois ela, um dia,
se foi, toda colorida,
de saias rendadas,
para o mundo de outro homem!

Foi tudo tão de repente,
sem que houvesse alguém
até para
explicar o porquê dos jardins
tão vazios.

Ela deu uma volta ingrata,
para viver fora da gente!

De sua importância
ela se encontrou adornada
de mentiras!

E latejou o mundo
com outro homem,
talvez de outro mundo!

Me calo!

Voz dos perdidos
não choram mais!
José Kappel
Enviado por José Kappel em 04/07/2006
Código do texto: T187158
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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