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NÃO CHORES

Embora a dor me impeça de gritar ou chorar
Maravilhoso é ouvir o suave murmúrio de tua voz.
Que horrível é esse cárcere!

Sinto que o meu pensar
Está a me escapar
E tudo mais.

Custa-me dormir.
Levantar-me e até respirar.
Contudo, mesmo assim, aqui ao meu lado estás.

Um pouco de ânimo me invade
Por sentir o teu perfume.
Por favor, acerca-te um pouco mais.

Sabes, exauri-se o meu viver.
No entanto, antes quero te dizer – Eu te amo!
E não há como precisar esse amor.

Por tudo, muito obrigado, anjo meu.
Prometeste e tens que cumprir - Não chores!
Por favor, carinho não chores.

Escuta-me quando te puseres a olhar: a lua, as estrelas, o mar e tudo mais que juntos aprendemos a admirar – Lembra-te de mim, meu coração, sempre a repetir que meu amor é bem maior que o infinito, que o mar - que para sempre será.

Recordo que ao me ouvir, tu te rias lindamente.
Lembro-me do teu rosto rubro e desconfiado, mas encantador, a me dizer:
"Não creio".
Todavia, acredita-me, amor meu – jamais te esquecerei, ainda que...

Prometeste, por favor, não chores!
Olha o céu, que lindo está!
E este teu perfume, gostoso como uma brisa soprada pelo mar, comigo vou eternamente guardar.
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Enviado por Cláudia Célia Lima do Nascimento em 10/07/2006
Reeditado em 10/12/2009
Código do texto: T191132

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Sobre a autora
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Luziânia - Goiás - Brasil, 51 anos
476 textos (16070 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 06:17)
Cláudia Célia Lima do Nascimento