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À verdade

A Lua, que pelas montanhas e prados
Manifesta-se a qualidade do viver no sertão
Sobre tua linda face clara e magnífica
Esparrama somente a pura claridade no chão.

Nasceste tu para a Lua, és de fato verdadeira
Em plena clareza, machuca o nosso coração
Brilho que clareou, desvendou todo o engano
Para uma notabilidade da séria harmonização

A Lua, que é mãe da noite, e sempre diz a verdade
Agora se ergue o meu pedido quase frenético:
Não deixe que ela nunca se revele só na ansiedade.

A vida em ti, que é esperança da grande sobriedade
De modo que não demore muito findar o anoitecer
Sobre a madrugada radiosa do campo e da cidade.
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 11/07/2006
Reeditado em 11/07/2006
Código do texto: T191652
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso