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Então falei, de amor e flores:



Eu quis escrever um poema
Mas faltou-me, a inspiração.
Não encontrei nenhum tema
Me via só e sem imaginação
Meus versos fugiam de cena
A mim só restava um coração
E frases que não valia a pena

A minha imaginação, voava.
Sem encontrar o que queria
Naquele mundo eu buscava
Um tema, pra minha poesia.
Então senti, que fracassava
Ante tantas, paginas vazias.
Que pêlos cantos eu jogava.

Mas de repente, tudo mudou.
Daquele sonho, eu despertei.
O meu pensamento retornou
A minha inspiração encontrei
Até meu verso, se completou.
Bem do jeito que eu imaginei.
Escrevi o que o coração ditou
 
Então, falei, de amor e flores.
Falei de arco-íris e campinas
De cascatas, de beija-flores.
Dos rios de águas cristalinas
Das borboletas e suas cores.
Falei dos palcos, e bailarinas.
De fantasias e de mil amores

Falei do rouxinol, do pensador.
Da Araponga do Gurandi-azul
Falei da lua, falei do sonhador.
E das brancas, geadas do sul.
Falei do sol da lua do trovador
Das nuvens, o infinito céu azul.
Falei agradecendo ao Senhor!

Volnei Rijo Braga

Pelotas: 11/07/06





Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 12/07/2006
Código do texto: T192206
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
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Volnei Rijo Braga