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PEDRA DO SONO

É quando o corpo se verte em cansaço
Remanso de ondas mortas
Desapegado de suas forças diurnas
À beira do abismo dos sonhos

A hora mística do sono
Tempo que não se vê
O tempo que não se vê, mas
Que a vida devora para em seguida
Nos devolver ao mundo, mais velhos
Menos vivos, noite-a-noite

Em que prisão estão confinadas
As horas assaltadas?
Certamente matéria-prima de
Civilizações distantes, daqui
Levadas por arcanjos construtores

...

Todo sono guarda em si uma despedida


* * *

Goiânia, 13 de julho de 2006
Glauber Ramos
Enviado por Glauber Ramos em 13/07/2006
Código do texto: T193380
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Sobre o autor
Glauber Ramos
Goiânia - Goiás - Brasil, 34 anos
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