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Casca de Pó

Flor de ramos,
que brilha,
que dança
ao vento,
for de estação,
que reluz alva
beleza,
que resplande ao céu,
castiços colorido:
flor nascida para ser flor.

Flor de maio,
agiganta sua luz
à luz do sol,
o faz de feituras,
de rosas sem brumas,
cuidada pelo homem
amada pelas mulheres;
flor que é flor,
que de mim faz a arte,
que pincela a alma
de várias paixões e
um só desejo.

Que de novo
te faça vida!

Recolhe a mortalha
e caminha para o
meu céu
agora vazio sem
sua luz.

Maria dos prantos,
cumpre o desejo:
ninguém morre prá sempre!
José Kappel
Enviado por José Kappel em 15/07/2006
Código do texto: T194411
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel