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DE ALMA LIIMPA

De alma limpa.

Vou sair às ruas, dançando sombras,
Colhendo luas, pulando os muros,
Entregando as flores, rasgando os jornais
Vou sair descalço, e com alma limpa
Descer as ladeiras sem culpa alguma
Tocando bandolins de borboletas azuis,
Canções de falem de vida, na noite escura
Acordando o mundo numa só janela,
Vou, vou sair poeta, vou ser a rua,
Vou ser a sombra, que floresceu no muro,
Vou, vou entregar as luas, descendo as ladeiras,
Vou, vou nascer antes de chegar o dia,
Na alma encantada das borboletas azuis,
De alma limpa, e cara pintada de mim,
Entoando versos alados, acendendo o mundo,
Nos acordes mágicos dos bandolins.

Tonho França.
Tonho França
Enviado por Tonho França em 16/07/2006
Código do texto: T195005
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Sobre o autor
Tonho França
Guaratinguetá - São Paulo - Brasil, 51 anos
82 textos (5754 leituras)
4 e-livros (356 leituras)
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Tonho França