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Camera subjetiva

Veja se não é bolero
Esse seu rasgo estúpido
Olhe para mim oras!
De sorrisinhos, já basta!
Chega, saiba:
já extrapolou o clichê


Coloca agora
Nas pressas de teu súbito
A vontade de me ver, de me ter
E vício também é vontade
Então vicia e roda a roleta!
E distribui os valetes!


Venha,
meu rosto não tem prefácios
Passa da capa e veja-me
Escuta-me, leia-me
Uma imensidão de acasos
Tudo junto,
formo o que chamo
de uma multidão chamada EU


Morto não ressucita
A virgem se desabrocha
Não rebobino fitas
Nem vem
Nem corto em fatias
Nem em cubinhos,
engula seco, diabo!
Ofereço-te o meu jeito
Minha vida
e minha forma de comtemplar
A camera subjetiva da vida.
Michell Niero
Enviado por Michell Niero em 24/07/2006
Código do texto: T200490
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Sobre o autor
Michell Niero
Osasco - São Paulo - Brasil, 31 anos
37 textos (3065 leituras)
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Michell Niero