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EM TUDO UM POEMA.

Ao despontar de um novo dia nova oportunidade a se mostrar.
Igual a um poema a esperança prazenteira a se revelar.
Seguem as horas, compõe-se a poesia do fazer.
Em cada momento uma nova estrofe começa a nascer.

Com o pôr-do-sol chega a ode do dia desde o alvorecer
Enlevo e magia, quem sabe até saudades de um não sei que.
No horizonte em cores brilhantes o poema do entardecer,
Composto pelas peculiaridades do dia que começa a escurecer.

À noite no céu um conto...
Em cada estrela os estribilhos da grande história.
Do romper da aurora ao anoitecer, chances novas a se manifestar
A cada ocasião um novo refrão – Ousadia do atrever.

Nas composições singulares o revelar de cada ser.
Sonhos, risos, sabores, labores, dores, flores, lágrimas, luzes cores... Lembranças de amores idos e presentes -Caminhos a percorrer.
Alentos particulares próprios àquele que não quer de nada esquecer.

A cada um, um tempo, a cada hora um momento.
No compasso das horas os versos de um novo tempo.
Na seqüência dos dias compõe-se a grandiosa obras intitulada Vida.
A cada Vida uma rima peculiar.
E em tudo um poema.
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Enviado por Cláudia Célia Lima do Nascimento em 26/07/2006
Reeditado em 23/03/2007
Código do texto: T202411

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Sobre a autora
Cláudia Célia Lima do Nascimento
Luziânia - Goiás - Brasil, 51 anos
476 textos (16067 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 12:39)
Cláudia Célia Lima do Nascimento