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L’ AUTRE MOI

Auteur: Joaquim Moncks
Traducteur: Ethel Pacheco

Dans la Poésie, la mort transite déchaussé
avec son auréole de feu.
Les poignards gemissent, obscurs,
le caché et oublié esquif.

La peur dans la bouche,
dans la solitude la mort transite.
La voix de la mort dessine le poème
en crucifient les veines de la main.

Et quelque chose naît d’obscur,
de la sombre difforme
que poignarde le courbé corps.

Il n’y a pas douleur plus douloureuse
ni gémissement plus lancinant.

Creuser la lucidité et rester intègre
dans le que reste c’est le stoïque effort.

Les masques voilent le poète,
l’herbes nuisibles couvrent l’histoire
de l’autre moi que ressuscite
muet
dans le tunnel du temps.

– Do livro O SÓTÃO DO MISTÉRIO. Porto Alegre: Sul-Americana, 1992, p. 93. Versão para o idioma francês: http://www.recantodasletras.com.br/poesias/205595

– O original em português, "O OUTRO EU", foi publicado no Recanto das Letras – Sítio para Escritores, em 13Ago2005: http://recantodasletras.uol.com.br/poesias/42263
Joaquim Moncks
Enviado por Joaquim Moncks em 30/07/2006
Reeditado em 09/11/2011
Código do texto: T205595
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Joaquim Moncks
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 70 anos
2581 textos (709672 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 08:30)
Joaquim Moncks