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Albertina

Ela era bem assim...
assim, assim...

Nem mais, nem menos,
Uma hora na recaída,
outra, ponderosa.

Mas sempre assim.
 
Por mulher, ela era,
cinco ou mais vezes;
provei isso:
mulher ela era.

Mas... não totalmente,
era a Albertina,
mulher de entrega,
fazia crediário do corpo,
era bela e falsa libertina.
 
Ela era bem assim:
um pouco lá,
outras vezes cá,
mas sempre devota aos
próximos
e frios cabelos
dos iguais.
 
Roda daqui,roda dali,
estou noivo de um par,
que não se nega
a partilhar seu doce
com outra de você.
 
Sorte minha,
ganho três!
Azar o meu,
nem toda hora
é minha vez!
José Kappel
Enviado por José Kappel em 02/08/2006
Código do texto: T207464
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Sobre o autor
José Kappel
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil
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José Kappel