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Pelos sobrolhos se imagina...

Pelos sobrolhos se imagina
O feitio que se aproxima
O olhar que balança os cabelos
Pela rua lançando os trejeitos
No mira todo esse viço
Nalgum que passa percebendo
Troca o olhar com o vento
Se rir, vira rebuliço
Ah! que menina danada
Sem papas na língua, trigueira
Nesse coração que se esgueira
Com essa vejo uma cantata
Lá se vai como desafio
Rua à frente, bem solerte
Nas dobras da blusa, outro flerte
Virando a cabeça desse vadio
Dobrou a esquina sem pressa
Tomei um passo mais rápido
Se alcançar, um olhar lúdico...

Perdi o beijo, sumiu na travessa.

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 30/05/2005
Código do texto: T20878
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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