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A Casa abandonada XXVIII Glossário




A Casa abandonada – Fica algures na estrada de todos que vai por aqui

Bica – o nome caiu em desgraça, agora chama-se café

Cícero - “Cícero nasceu numa antiga família do Lácio,…/… Após o assassinato de Júlio César, enfrenta Marco António e é degolado a mando de Otávio quando tenta fugir para o Oriente…/… Sua lingua e suas mãos foram expostas nas escadarias do senado…./… Cícero é, com Demóstenes, o melhor expoente da oratória clássica. Pela sua voz, postura, génio, paixão e capacidade de improvisação está dotado para o exercício da eloquência. São famosos os seus discursos contra Verres, em prol da Lei Manilia, contra Catilina, em favor de Milão e de Marcelo e contra Marco António. É autor de diversos tratados filosóficos sobre o Estado, o bem, o conhecimento, a velhice, o dever, a amizade, etc., que transmitem a tradição do pensamento grego. As suas próprias ideias sobre a arte da oratória, assim como uma história desta, expressam-se em tratados escritos de forma dialogada, como De Oratore, Brutus, Orator, etc” Wikipédia, Julho de 2006

Divã – objecto simultaneamente usado em consultas de Psiquiatria/Psicanálise, imortalizado por Freud e em casa, antigamente para sentar e beber chá, depois para ver Televisão a preto e branco. Já não se encontra nas novas casas.

Elefante – animal geralmente selvagem mas tido como doméstico, prenchendo muitas fantasias, eu sempre vos digo que é preciso ler BD.

Fazer – o contrário da preguiça, pelo menos escrever!

Gato – Há sempre um gato que nos aquece / quando se faz silêncio e anoitece

Homem – Há menos tempo na Terra que o vento, mas em alguns casos tem evoluído enormemente

Irmãos – Sinceramente, o que devia de ser, educadamente somos irmãos.

Janela – Havia uma janela no meu quarto de onde se via toda a Leiria, de outro tempo, o meu irmão fez-lhe uma portada com aparas de pinheiro que se erguia como uma ponte levadiça, um génio aquele rapaz.

Lua- Incontornável, precisa, necessária, vide capítulo sobre ela

Mar – Anda muito esquecido nos meus poemas, um verbo grande, enorme, a maior fantasia real na Terra

Miguel – Infelizmente ainda farei um livro para ti

Notícia – A Notícia também é um poema, embora nem sempre nos agrade.

Ovo – inicio, para muitos a origem da galinha, inclino-me para o contrário

Portugal – Um país sempre difícil de analisar. Sempre presente no “A Casa abandonada)

Quarto – onde se passeia a solidão, onde nascem os bebés, onde se dorme por vezes

Rato – há autores que tentam demonstrar que nasceu de uma montanha, por vezes não é isso que acontece, o rato passeia na montanha, ou a expectativa do leitor é demasiado grande.

Sol – Vital para todos, embora muitos queiram acreditar que é o único astro visível da Terra

Terra – Parece uma bola mas é uma laranja, achatada nos pólos. Não é o que acontece, para mim é a coisa mais bela alguma vez inventada. Preserve-a você também

Uivo – Também temos essa capacidade linguística, os lobos já falam?

Vento velho – O que me lembra da infância, o vento já com uma certa idade, se precisar de me lembrar desse período recorro à minha memória dele, vide texto sobre ele.

X – incógnita, usada na Álgebra e Geometria, o que não se sabe, geralmente os poetas encontram outras expressões.

Zelar – cuidar, guardar qualquer coisa, pode ser simplesmente uma alma, sinceramente um trabalho precioso devia ter salário.



Constantino Mendes Alves
Enviado por Constantino Mendes Alves em 07/08/2006
Código do texto: T210790
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Sobre o autor
Constantino Mendes Alves
Portugal
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