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A Casa Abandonada XXIX Posfácio




“Serei, a alva da palavra,
Pararei as águas,
Seguirei O teu caminho.

Não seguirei a Bíblia, escreverei outra vereda.”

Alguém o terá dito mesmo à porta do autocarro,
Serrarei os dentes
Às palavras,
Deixaremos corrê-las na voz.

Ainda não está bem, vamos recomeçar

Este Livro foi escrito em alta voz, utilizando tecnologia de ponta que não serve rigorosamente para nada, também não, não, não está bem.

Põe uma segunda, vá deixa lentamente a embraiagem,

Lerei outra vez Pessoa, desta vez não me escapa todo o Camões,
Reverterei o Bocage ao topo do Zigurate da Cultura, se entretanto houver política cultural.

Está mais ou menos Sara?
Acho que sim.

Pronto, vamos jantar,
Não consigo ler aquele livro que destes, deixa lá vamos comer um arroz que o Gil me ensinou, vamos ver os Piratas das Caraíbas, um bom espectáculo de entretenimento, pudera que fosses comigo ao teatro, ainda há do bom em Portugal , fui ver o Ginjal, achei formidável e depois vi o Exodus de um grupo amador que não sei o nome, isso é que foi levar tareia, o teatro é sempre bom Sara, retiramos sempre qualquer ensinamento…



Fim
Constantino Mendes Alves
Enviado por Constantino Mendes Alves em 07/08/2006
Código do texto: T210792
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Sobre o autor
Constantino Mendes Alves
Portugal
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