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Imenso desejo

Eu, que tanto queria amar, me perdi na imensidão dos meus desejos ao provar teus beijos doces feito mel.
Eu, que tanto queria amar, durante o ato me senti como espuma flutuante no teu mar de céu aberto.
Eu, que tanto por esse amor lutei, me acabei no anonimato dos amantes esquecidos, por ti abandonado, sem explicação.
Eu, que queria tanto te amar, chorei nos lençóis, vi correnteza de lágrimas dos meus olhos cair...
Amor, doce amor, de primavera, eu, que pensei de não me cansar de ti esperar,cansei-me, agora veja só, meus olhos estão cansadoS de tantas lagrimas derramar. Peço a ti que não tenha piedade de mim, que não compactue do meu sentimento se não sentir por dentro a dor do amor.
Outra paixão, outro amor, há de acontecer enquanto vida eu tiver, se preciso for irei para as montanhas distantes, onde habitam a paz e o amor, mas te esquecer jamais esquecerei. Deste amor patético levarei saudade só dos momentos felizes, que tu não quiseste comigo viver, cujo tempo libertar-me-á do momento da partida e sempre, mesmo que torturante, chamarei sem que tu ouças, de querida
R J Cardoso
Enviado por R J Cardoso em 07/08/2006
Reeditado em 08/08/2006
Código do texto: T211190
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
R J Cardoso
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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R J Cardoso