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Velho banco

Velho banco de madeira
Que eu usei na minha infância
Para sentar e sonhar
Ou brincar de cavalinho
Onde eu era o mocinho
Perseguindo bandoleiros
Em minhas imaginações
Quando apenas a fantasia
Levando-me para longe
Da realidade deste mundo
Para o mundo de um piá
Que cresceu e se tornou adulto
Mais este banco jamais esqueceu
Velho banco de madeira
Toscamente fabricado
Por meu  avô, a seu filho.
E hoje é de outro neto
Que meu amado filho me deu
E quando a saudades aperta
Neste banco eu venho sentar
Com meu neto no colo
Sinto minha infância passar
No pátio onde eu brincava
E neste banco que eu montava
Fingindo ser meu cavalinho
Hoje vejo meu neto querido
Montando este mesmo banco
Revivendo minha infância.





                                               Volnei Rijo Braga
Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 01/06/2005
Código do texto: T21201
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
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Volnei Rijo Braga