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Boneco de Trapos

Jamais terei Teu brilho
E cheiro de flor,
Mas não há pena
Na mesma cena
Também Sou ator.

No teatro que vivo
Quem dita regras SOU EU:
"- O Deus sem deus".

Jamais terei Tua cor
Tampouco almejo-a.
Não sou estrela
Não tenho brilho próprio:
Meu brilho nasce em Ti
E não peço.

Podes morrer
Por meu jeito
Meu braço
Meu traço louco
Sem herdar se quer um átomo...

Mulher,
O boneco de trapos
É feito de ouro puro
Vindo de Oxalá
Parte de Oxalá
Sopro de Oxalá

É filho Teu
Escarro Teu.

Dio Lenno
Enviado por Dio Lenno em 14/08/2006
Código do texto: T216572

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Sobre o autor
Dio Lenno
Macapá - Amapá - Brasil, 31 anos
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