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Óleo que passa do ponto!

Muda, na espera da síntese, avulsos,
Deixa de fazer, se escondendo com os erros dos outros,
Pela parte que cabe, sempre falta alguma coisa,
Divaga, naquilo que vai, sem ter sido,
Deixa o que vem, no oposto da lida, caixa,
Pela parte que deve, todos os atos comprometidos,
Ataca, são freguesias de tantas frestas,
Deixa de entender, todos gozam como suspeitos,
Pela arte que empurram, visam outras costas,
Cala, tudo é mais embaixo, tantas sobras,
Deixa reclamarem, tudo passa pela discordância,
Pela pena de viver esses estranhos mundos.

Da janela olhei o entardecer, simples & tranqüilo,
Um bocado de nuvens chorava pela violência que a ignorância provoca!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 15/08/2006
Reeditado em 15/08/2006
Código do texto: T216850
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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