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sem título

no despertar nocturno do poema
os olhos mergulham cansados
na lentidão das teias desfocadas
e nos soluços brancos do papel
os dedos repousam sobre as teclas
enquanto aguardam impacientes
pela derradeira orquídea de marfim
enquanto aguardam impacientes
os dedos repousam sobre as teclas
e nos soluços brancos do papel
na lentidão das teias desfocadas
os olhos mergulham cansados
no despertar nocturno do poema


Luís
http://luisabreu.resolucaoinfinita.com
Luís Abreu
Enviado por Luís Abreu em 16/08/2006
Código do texto: T217575
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Sobre o autor
Luís Abreu
Portugal, 43 anos
19 textos (502 leituras)
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Luís Abreu