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Compota de Pêssegos!

Amarrou os fardos, nó nas costas,
Amarfagatos estocados de Sintra,
O néon avisava a hora atrasada,
Compasso de ponta perdida, chuveiro,
O velho que dormia no relento da banca,
Catados & foragidos na gaiola central,
Fugiu do espaço, caiu na Ilha de Ícaro,
Acendeu uma luz, vislumbre da face nua,
Veias cortadas no implante titânico,
Garras embutidas no inverno glacial,
Depois de agosto, muito gelo derretendo,
Ilhas afogadas no mar meridional,
Caricaturas voadoras em trapézio,
Uma barriga atravessa a rua, luz,
Canecas de rum para aquecer logo,
Ainda há tempo de ir no Javali Quebrado,
Tudo que sobra está no alto da serra,
As velas precisam de nova engoma,
Cópias asiáticas de quadros naturais,
Os afoitos estão sempre quebrando a cara!

Peixão89
Peixão
Enviado por Peixão em 16/08/2006
Código do texto: T217639
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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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