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Poesia de " Uma Crônica de Amor Desajeitada" *

Amar rejuvenesce o corpo,
Embeleza a alma,
Mas também entristece,
Faz acordar de mau humor,
Brigar feito criança,
Na rua, chuva ou praça
E depois nos deixa meio sem graça.

Amar é viajar sem sair do lugar,
Ao escutar Tom Jobim cantar
Voz mansa que encanta,
Recordações se agigantam
Tomam conta do coração
E assim amamos mais e mais...

Amar é brisa que faz sentido,
Sussurros nos ouvidos,
Magia de todas as cores e sabores,
Elo de trocas de poesias
Entre duas vidas.

Amar não é indiferença,
É Olho no olho,
Crença na paz
Como diz o poeta Tom Jobim :" é a coisa mais triste quando se desfaz".


* Poesia inspirada na Crônica de amor desajeitada, de Mara Coradello, publicada no jornal A Gazeta, em 16 de agosto de 2006.
A cronista escreve todas às quartas- feiras.




Roberto Passos do Amaral Pereira
Enviado por Roberto Passos do Amaral Pereira em 16/08/2006
Reeditado em 16/08/2006
Código do texto: T217953
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Sobre o autor
Roberto Passos do Amaral Pereira
Vitória - Espírito Santo - Brasil
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