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Inconsciente





Aportada no cais, inerte no porto vida
Ancorada nos braços do passado, em laços
Congelados de afetos... Imersa em idealizações



Faz a Face retida em vidraça embaçada da solidão
Que se nega a enxergar a si e a vida como é
Em arco curva-se... À flechadas exposta!



Pobre alma vulnerável ao medo de revelador espelho!
Como vulto, agonizando vaga nos subterrâneos
Dos julgamentos superficiais e soluções banais



Abstendo-se de perder não ganha e estagnada
Sonha delírios e dormita pelos dias acorrentada
À deus clamando ... Solução!



elisasantos
Enviado por elisasantos em 17/08/2006
Código do texto: T218737
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Sobre a autora
elisasantos
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
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4 e-livros (163 leituras)
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